terça-feira, 10 de maio de 2011

10 de Maio de 2011

100 prefeitos participam hoje da 14ª Marcha em Brasília

100 prefeitos participam hoje da 14ª Marcha em Brasília Centenas de gestores municipais paraibanos desembarcam hoje, em Brasília, para participar da 14ª Marcha dos Prefeitos 2011, que acontece até a próxima quinta-feira. A iniciativa do evento é da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e entidades estaduais, como a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), que organizou uma caravana com mais de 100 prefeitos da Paraíba.

O presidente da Famup, Rubens (Buba) Germano (PSDB), prefeito de Picuí, que está desde ontem em Brasília para recepcionar a caravana de prefeitos paraibanos, no evento que deverá reunir mais de quatro mil gestores municipais, revelou que dentro da pauta de reivindicações dos prefeitos a questão dos restos a pagar, da carga tributária e a adoção dos critérios do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na distribuição dos royalties do pré-sal, de forma que os municípios mais pobres recebam mais, para desconcentrar a riqueza. As reivindicações dos municípios serão apresentadas à presidente da República Dilma Rousseff (PT), cuja participação está confirmada para abertura oficial do encontro, às 17h.

A prefeita de Monteiro, Edna Henrique (PSDB), que integra a caravana de prefeitos paraibanos que embarcou na madrugada de hoje o evento, destacou a importância da mobilização como forma de conseguir melhorias para os municípios, não só da Paraíba, mas de todo o país.

Segundo ela, os municípios brasileiros já obtiveram muitas conquistas através do movimento, que vem servindo também de alerta para o Governo Federal atender os apelos da coletividade. “Eu já participei de três marchas e, em todas elas, tivems pleitos atendidos e é uma forma de fortalecer cada vez o municipalismo brasileiro”, declarou a prefeita. Na carta de convocação, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski explica que o atual modelo federativo sacrifica os municípios com a constante transferência de atribuições sem o repasse dos recursos para custeá-las.

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